Terça-feira, Fevereiro 14, 2012
pnd distribui 8.000€ em vales farmácia
Rubina Sequeira, deputada do PND na Assembleia Legislativa Regional da Madeira, anunciou que “o PND há dois meses prometeu que ia pegar no dinheiro do financiamento do partido e devolver a quem de direito, aos contribuintes”, o que veio a acontecer agora reforçando que “a ideia foi fazer vales de 20 euros, e distribuirmos o dinheiro que ronda os 8.000 euros, entregando aos reformados com mais de 65 anos”.
Frisando que o PND não pode ajudar muito, por ser um partido pequeno, mas que o desejo de ajudar a população é legítimo e que “está a entregar todo o dinheiro que tem à população”, alertando para o facto de que os grandes partidos do sistema (CDS/PP, PSD, PS, PEV, BE e PCP) receberem milhões de euros em fundos do Estado, se “os grandes partidos(...) se juntassem a esta iniciativa a ajuda seria de facto significativa”.
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
pnd
Segunda-feira, Fevereiro 13, 2012
pnr quer punir graffitis
Em comunicado emitido a 30 de Janeiro, que precedeu a sua acção de propaganda da passada sexta-feira (à estação do Rossio), o Partido Nacional Renovador volta a reivindicar “a criminalização dos graffitis selvagens”, reivindicação nacionalista que remonta já ao programa eleitoral das eleições intercalares de 2007 que tem, infelizmente, caído em orelhas moucas.Não descurando a necessidade de murais políticos legítimos, o PNR exige que “se legisle no sentido de serem criados espaços próprios para pintura mural e urbana, devidamente regulamentada” evitando “os graffitis, que não poupam paredes velhas nem novas, muros, casas, estátuas, monumentos e até transportes”, alertando que o património público “é de todos nós”, considerando tal como uma “falta de respeito pelo património comum” e uma “destruição selvagem da propriedade pública e privada”.
Os renovadores consideram que “tudo se resume a uma questão de mentalidades, onde os gangues e marginais rabiscam as paredes face à passividade das autoridades e da população em geral. É inaceitável que os nossos jovens assimilem esta sub-cultura de selvajaria, importada, que graça um pouco por toda a parte, e não haja a menor reacção das autoridades ou da sociedade em geral” frisando que é objectivo do PNR manter “as nossas cidades limpas e o património respeitado!”
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
pnr
pda quer estado confederado
Em congresso no passado dia 28 reuniu também o Partido Democrático do Atlântico, partido identitário açoriano que comerará este ano o seu 33º aniversário mas que, verdade seja dita, tem sido alvo de um percurso errático nos anos mais recentes, percurso esse que por pouco não levou à sua erradicação.Rui Matos, presidente da nova direcção, defendeu como objectivo “demonstrar aos açorianos que o PDA é uma boa alternativa” recordando que “os candidatos que já existem são conhecidos do povo açoriano, que já viu o trabalho deles e vai ter que decidir se está satisfeito ou se quer mudar. Nós somos uma alternativa diferente do que tem sido feito até agora e queremos mostrar que é possível fazer mais” escolhendo como nova bandeira a transformação de Portugal num Estado confederado: “num Estado federado poderíamos nós negociar diretamente com a União Europeia”, realçando o actual estatuto do governo central como mero intermediário subserviente a Bruxelas.
Manuel Costa, o presidente demissionário (por graves razões de saúde) no seu discurso de despedida evocou que “os que fizeram mal a Portugal não são desconhecidos, são conhecidos e estão todos bem”, estando velado o apelo à mudança da orientação de voto por parte dos eleitores.
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
PDA
monstros entre nós

Preenchendo o serão de quinta-feira, no horário anteriormente ocupado pela popular série britânica Dr. Who, estreou entre nós a primeira temporada de “Grimm” (Canal SyFy). Criada por David Greenwalt e Jim Couf (os mesmos criadores de “Angel”) e produzida por Steve Oster (da milionária e precocemente extinta “Carnivàle – A Feira da Magia”), a série estreou em Outubro de 2011 nos EUA (NBC) e foi alvo de uma boa recepção tanto por parte do público como pelos críticos da imprensa especializada.
O guião tem por base o mundo fantástico dos germânicos irmãos Grimm, que compilaram grande parte do folclore e mitos populares europeus e o retrataram numa série de obras conhecidas como “Contos dos Irmãos Grimm”. O argumento parte do pressuposto de que os irmãos Grimm não eram meros académicos investigadores de folclore, eram antes caçadores de monstros e as suas obras uma espécie de catálogo das criaturas fantásticas e maléficas (a maior parte pelo menos) com que se tinham deparado.
2011, Portland, Estados Unidos, o último descendente dos Grimm é o mais jovem detective da brigada de homicídios local, justamente quando o dom da família (a capacidade de conseguir detectar os monstros que vivem entre nós, indetectáveis ao olho dos comuns mortais) se começa a manifestar. A personagem principal é Nick Burkhardt, interpretado por David Giuntoli (Anatomia de Grey, Cold Case – Casos Arquivados), como parceiros encontramos o seu colega Hank Griffin, interpretado por Russell Hornsby (Lei & Ordem, Anatomia de Grey), e o lobisomem/lobo mau Monroe, interpretado por Silas Weir Mitchell (Prison Break, O Meu Nome é Earl, 24, etc.), que graças a uma dieta especial e à sua dose diária de pilates perdeu o apetite por meninas vestidas de vermelho.
Nos primeiros dois episódios da temporada Nick recebe a visita da sua excêntrica tia numa caravana móvel, após um ataque de um Ceifador de Grimms (trocadilho com Grim Reaper, a típica Morte vestida com um lençol negro e uma foice na mão) esta fica entre a vida e a morte e, felizmente, acaba por morrer no segundo episódio. Felizmente porque a interpretação de Kate Burton (A Juíza, Lei & Ordem; no papel de Tia Marie) é a pior de sempre de toda a sua carreira conhecida, os poucos momentos em que esta surge têm um efeito de travão no enredo, não havendo qualquer química entre esta e as restantes personagens da série e, verdade seja dita, só a partir do terceiro episódio, em que já não surge, é que se consegue saborear na integra a performance dos restantes actores. Não fosse pelo sangue, uma série digna de toda a família.
O guião tem por base o mundo fantástico dos germânicos irmãos Grimm, que compilaram grande parte do folclore e mitos populares europeus e o retrataram numa série de obras conhecidas como “Contos dos Irmãos Grimm”. O argumento parte do pressuposto de que os irmãos Grimm não eram meros académicos investigadores de folclore, eram antes caçadores de monstros e as suas obras uma espécie de catálogo das criaturas fantásticas e maléficas (a maior parte pelo menos) com que se tinham deparado.
2011, Portland, Estados Unidos, o último descendente dos Grimm é o mais jovem detective da brigada de homicídios local, justamente quando o dom da família (a capacidade de conseguir detectar os monstros que vivem entre nós, indetectáveis ao olho dos comuns mortais) se começa a manifestar. A personagem principal é Nick Burkhardt, interpretado por David Giuntoli (Anatomia de Grey, Cold Case – Casos Arquivados), como parceiros encontramos o seu colega Hank Griffin, interpretado por Russell Hornsby (Lei & Ordem, Anatomia de Grey), e o lobisomem/lobo mau Monroe, interpretado por Silas Weir Mitchell (Prison Break, O Meu Nome é Earl, 24, etc.), que graças a uma dieta especial e à sua dose diária de pilates perdeu o apetite por meninas vestidas de vermelho.
Nos primeiros dois episódios da temporada Nick recebe a visita da sua excêntrica tia numa caravana móvel, após um ataque de um Ceifador de Grimms (trocadilho com Grim Reaper, a típica Morte vestida com um lençol negro e uma foice na mão) esta fica entre a vida e a morte e, felizmente, acaba por morrer no segundo episódio. Felizmente porque a interpretação de Kate Burton (A Juíza, Lei & Ordem; no papel de Tia Marie) é a pior de sempre de toda a sua carreira conhecida, os poucos momentos em que esta surge têm um efeito de travão no enredo, não havendo qualquer química entre esta e as restantes personagens da série e, verdade seja dita, só a partir do terceiro episódio, em que já não surge, é que se consegue saborear na integra a performance dos restantes actores. Não fosse pelo sangue, uma série digna de toda a família.
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
televisão
Sábado, Fevereiro 11, 2012
mep passa a associação cívica
No rescaldo do seu IV Congresso, o Movimento Esperança Portugal (MEP) decidiu iniciar o processo legal de extinção enquanto partido político, reconstituindo-se como mera associação cívica “com a mesma designação, que actuará no domínio dos movimentos cívicos, no seio da sociedade civil, contando desde já com a participação da esmagadora maioria dos actuais membros.”A fria análise do MEP leva a que este assuma o défice democrático do actual sistema eleitoral, aceitando que “o sistema politico-mediático está construído para manter o status quo, bloqueando de várias formas todas as tentativas de renovação do sistema partidário português. O MEP, com os seus militantes e simpatizantes, tentou com todo o empenho e entusiasmo, construir uma alternativa credível de um novo partido. Com quatro anos de experiência efectiva, ficou claro para os seus membros que a renovação da política através da criação de novos partidos é, actualmente, inviável.”
Assim sendo, o MEP apela a que os seus militantes continuem a luta, “isoladamente ou em grupo; em partidos, sindicatos, associações, movimentos cívicos, universidades”, insistindo que “não desistem de Portugal, só mudam de forma de intervenção”; atitude que na prática só serve para que os seus quadros migrem para os partidos do sistema e incentiva à não criação de novas vozes dissidentes, último estertor de um partido sem ideologia ou razão de ser, fundado por figuras do regime.
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo
Sexta-feira, Fevereiro 10, 2012
e ninguém os processa?
Estando familiarizado com, e tendo denunciado várias vezes, a falta de rumo nacional do Partido da Nova Democracia (PND), um projecto que podia ter dado muito a Portugal mas que, infelizmente para todos nós, 1) surgiu antes do seu tempo como projecto populista de inspiração patriótica, 2) optou por expulsar dezenas de militantes cujo patriotismo foi considerado demasiado exacerbado, militantes esses que desde então ou foram para casa ou aguardam eternamente a legalização do Partido da Liberdade e 3), pior que todos os anteriores, deixou-se reduzir a uma caricatura regional devido ao seu ódio cego ao Dr. Alberto João Jardim.Sucede que o PND este ano conseguiu ultrapassar a barreira do bom senso; bom, talvez já o tivesse efectuado naquele tempo de antena com Rudolf Hess e até naquele em que simulava uma insurreição de tipo líbio, armada, na Madeira para derrubar Alberto João Jardim. Voltando à vaca fria: no passado dia 29 de Janeiro o PND lançou um teledisco que, não propriamente de modo velado, ameaça de morte o actual presidente do Governo da Madeira. Numa versão interpretada pela personagem Manuel Bexiga (o actor Márcio Amaro) o refrão da letra original, do brasileiro Michel Teló, foi alterado para o seguinte:
“Ai ai se eu te pego, polícia, polícia, agarrem-me senão eu lhe mato, ai se eu te pego, oh Alberto se eu te pego”.
Convenhamos que uma brincadeira deste género num recreio da escola ou em algum daqueles programas humorísticos “de realidade” na degradante televisão nacional até podia passar, mas até que ponto pode um partido político lançar uma música sobre uma figura pública com os dizeres “eu lhe mato”? No tempo de José Sócrates houve detenções e rusgas quando um blogger libertário, em reacção às medidas anunciadas pelo então primeiro-ministro, desabafava no seu blogue um mero “então e ninguém o mata?”
Esperemos que o actual executivo seja tão célere em responsabilizar criminalmente o autor da letra e o partido que a difundiu internet fora. O debate das ideias a que o exercício da política obriga não é desculpa para ameaçar ninguém de morte!
O Diabo
07 de Fevereiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
pnd
Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012
pensamento do dia
Sinto-me de Direita quando vejo gente de Esquerda, por exemplo no Jugular, a defender com unhas e dentes a loucura do Acordo Ortográfico...
Etiquetas:
blogosfera,
pensamento do dia
Terça-feira, Fevereiro 07, 2012
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012
quem são os fascistas?
Confesso que fui apanhado de surpresa pelo ligeiro despontar da violência política na passada passeata dos “indignados” (21 de Janeiro) quando um grupelho de intolerantes reaccionários atentaram contra o legítimo direito de manifestação de uma minoria.Sucede que no caso em questão, como há pelo menos duas ou três décadas tem sido norma, os reaccionários ultrapassados pelo tempo (alegam ser antifascistas, mas uma vez que o fascismo foi derrotado em 1945, há que atentar que esta pobre gente vive com um atraso de 67 anos), violentos e intolerantes para com doutrinas que não a sua, são de extrema-esquerda e a minoria - objecto da sua violência e intolerância - militantes nacionalistas.
Creio que já é altura de dissecar e analisar, fria e cruamente, com base na fraseologia moderna o que é um “fascista”, por norma o termo é hoje utilizado não para descrever o partidário das políticas de Mussolini após a revisão marxista que deu origem ao fascismo histórico italiano, mas a todo aquele que pratique a intolerância, o preconceito, o desprezo e faça uso da força, estando em maioria, para oprimir, assustar, condicionar ou intimidar aqueles que se encontram em minoria, privando-os dos seus direitos, legítimos e democráticos, de representação e livre expressão.
Pois bem, assim sendo, e como dois mais dois ainda são quatro por mais orwelliano que seja o actual sistema, podemos concluir que hoje, em pleno século XXI, os fascistas são exactamente aqueles que se assumem como “antifascistas”, não há um único pecadilho dos excessos fascistas que hoje em dia não possam ser testemunhados nas fileiras do antifascismo.
É certo que hoje em dia as braçadeiras estão fora de moda, mas note-se que até no pormenor da indumentária negra isto não falha: quais SS, as novas secções de assalto mantêm a fidelidade à camisa negra e às botas cardadas, com o pequeno pormenor de lhe acrescentarem uma qualquer mochila (cheia de pedras ou outras utilidades), capuz e lenço que lhes cubra o rosto.
Foto: Militantes do MON atacados por “indignados”
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo
ppv culpa maçonaria por lógica desviante do parlamento
O Portugal Pró Vida; partido que tem erguido como bandeiras o combate ao aborto e à adopção gay; em comunicado divulgado na passada semana assinado pelo seu presidente, Luís Botelho, apoda a lei referente à maternidade de substituição (barrigas de aluguer) de “retrocesso civilizacional”.O PPV assume-se como o único partido preocupado com a nova lei uma vez que “a apresentação de propostas de vários partidos deixa supor que há um consenso parlamentar quanto à questão-base, divergindo apenas no alcance: uns aceitam a extensão desta figura a 'casais' homossexuais, outros não.” O partido, impulsionador da Plataforma Resistência Nacional que tem por fim opor-se à educação sexual obrigatória nas escolas, denuncia que a utilização de barrigas de aluguer, sejam hetero ou homossexuais, “como biologicamente viável, embora moralmente monstruoso.”
"Certa classe política pode julgar-se no direito de ditar a seu bel-prazer as regras de engenharia-social para uma 'nova ordem social', apesar da oposição do povo", lembrando que "Portugal já hoje paga penosamente o preço de erros cometidos no passado em obediência à mesma lógica desviante que hoje se prepara para triunfar ruidosamente num parlamento dominado pela maçonaria."
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo
Domingo, Fevereiro 05, 2012
monárquicos querem "arrependimento público" de cavaco
Para emendar a sua falha, os monárquicos exigem que o representante máximo da República Portuguesa “se arrependa publicamente daquilo que disse e restitua a dignidade ao cargo que ocupa, já que não tem contribuído com as últimas declarações para unir e dar esperança aos portugueses”.
Puxando dos galões monárquicos, o Partido Popular Monárquico recorda ainda o exemplo da Monarquia Portuguesa em tempo de crise: “o rei D. Carlos doava 20 por cento da sua dotação em 1892 como forma de se solidarizar com o país no âmbito do combate da crise que então o assolava.”
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
ppm
Sábado, Fevereiro 04, 2012
renovadores surpresos com apoio à imigração
O Partido Nacional Renovador manifestou-se, em comunicado emitido a 26 de Janeiro, chocado com o facto do actual executivo CDS/PSD, o mesmo que tem apelado aos portugueses para abandonarem o país, estar decidido a fazer tudo o que seja possível para manter os imigrantes que queiram voltar aos países de origem, o que parece ser uma política descarada de substituição populacional capaz de fazer inveja a qualquer movimento de extrema-esquerda.“Enquanto se instiga jovens portugueses, qualificados, a rumarem a outras paragens, usufruindo essas nações da mão-de-obra especializada de que o nosso país carece, em contrapartida, pretende-se cativar a presença em solo luso, de imigrantes com escasso poder reivindicativo, propensos a desempenhar funções mal remuneradas, regra geral, em condições precárias, inaceitáveis por parte do trabalhador autóctone”, denuncia o PNR.
Quanto às desculpas do executivo referente à baixa natalidade, os renovadores apontam o que tem falhado: “a ausência de políticas de natalidade eficazes, inexistência de planos de ajuda económica aos casais portugueses, carência de oferta de habitação (...) baixos salários” e lamenta que estas medidas venham de um governo que inclui o CDS/PP, “partido que logrou obter o voto de um número significativo de nacionalistas”.
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
pnr
Sexta-feira, Fevereiro 03, 2012
golpe de estado no mpt?
O MPT – Partido da Terra, presidido por Pedro Quartin Graça até à sua demissão em Novembro de 2011, fez eleger uma nova direcção no passado mês de Dezembro encabeçada pelo deputado municipal John Rosas Baker.Na altura o presidente cessante, em declarações à Lusa, denunciou que o congresso extraordinário se tratava de “uma farsa, de uma reunião ilegítima, convocada de forma ilegal e não pelos órgãos próprios do partido” considerando que a "reunião foi convocada de forma sectária por um grupo que se quer apropriar do partido", num "golpe interno".
O Partido da Terra, força ecologista de inspiração monárquica, sob a presidência de Quartin Graça tem vindo sempre a aumentar o seu eleitorado, possuindo actualmente vários deputados municipais e um deputado na Assembleia Legislativa Regional da Madeira, previa-se, pelo seu percurso, uma presença própria no Parlamento a curto ou médio prazo (desta vez, sem ser nas listas do PSD).
Actualmente a presença do MPT na Internet, a nível de páginas oficiais, lembra-nos um pouco as Falanges espanholas, dado a recusa da direcção deposta em fornecer os dados das contas internéticas do partido nesta altura existem duas páginas no Facebook e dois blogues, qual deles o mais oficial.
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo,
mpt
fartar vilanagem
Dúvidas houvesse acerca da disparidade entre o mundo real e o mundo das maravilhas onde vive a nossa classe dirigente, e da minha parte não tinha quaisquer dúvidas acerca de tal disparidade, Portugal foi apanhado de surpresa pelas afirmações do seu presidente acerca da sua reforma não ser suficiente para pagar as suas despesas.Há muito que suspeito de uma qualquer patologia que aflija os nossos governantes e principais cerebros do país, ocorre-me, a título de exemplo, os economistas que acham que deviamos baixar ainda mais os ordenados para “sermos competitivos” na Europa, e a coisa passa, afinal o povo que os ouve (e aparentemente os governantes por eles aconselhados) parecem não saber que lá fora se ganham ordenados próximos do dobro dos nossos e se trabalham, em média, menos dez horas semanais.
Pela teoria deste gentinha que nos rouba à cara podre o Reino Unido, a Alemanha e a França deviam ser os países economicamente mais débeis da União, ganhar bem e trabalhar menos para eles não lhes parece solução, parecem querer basear a recuperação económica do país numa massa de maltrapilhos que irão passar os dias a contar os cêntimos para o pão. Como uma população desempregada, sem direito a subsídio de desemprego, que só arranja emprego precário com ordenados de escravo que mal lhe dão para comer vai levantar a economia é um segredo mais guardado que o de Fátima.
Há muito que o povo português vive uma realidade diferente da da sua classe dirigente, esta nasce e cresce em hospitais privados, creches privadas, escolas privadas, condomínios privados, universidades privadas e ainda se inicia numa qualquer sociedade secreta. Não vivem no mesmo Portugal no qual vivem 99% dos portugueses, vivem no Portugal das Maravilhas, das grandes fortunas e de interesses, filhos de pais com avós que tudo herdaram e nada conquistaram, é esta a classe de gente que nos dirige.
O pior parece ser mesmo o facto de eles, que nos trouxeram até ao actual estado de míséria, julgarem que nos podem tirar dele. Pior, o povo que deixou que eles nos metessem na actual miséria, também parece estar convicto de que eles, que nos faliram, nos podem tirar da bancarrota.
O Diabo
24 de Janeiro, 2012.
Etiquetas:
jornal o diabo
Terça-feira, Janeiro 24, 2012
prognóstico económico para 2012
Paul Craig RobertsDeslocação de empregos, desregulamento fiscal, os sinais estão em todo o lado, mesmo à frente dos nossos olhos. Estão nos dados referentes à distribuição salarial, nos censos, nas estatísticas de pobreza, nas dações imobiliárias, no aumento do número dos sem abrigo; nos locais deixados vagos nos centros comerciais, edifícios de escritórios, armazéns e nas enormes migrações populacionais.
A nova economia provou ser uma burla. Fomos enganados pelos nossos governos corruptos, por empresas gananciosas e por toupeiras corporativas presentes entre os economistas e as classes governantes para acreditarmos que estavam a trocar empregos de produção “sujos” por empregos melhores, “limpos”, de alta tecnologia para a classe média. Em vez disso, empregos com ordenados razoáveis nos sectores de produção especializada foram trocados por empregos com baixos ordenados a servir à mesa em restaurantes e em bares.
Tal resultou numa queda real dos rendimentos da maior parte da população. Para manter o ritmo de despesa dos consumidores, na falta de aumentos salariais, aplicaram-se taxas de juros baixas que criaram uma bolha de crédito imobiliário. Aumentou-se os limites dos cartões de crédito. O aumento do endividamento de consumo manteve a economia à tona.
Mas há um limite para o equilíbrio entre os ordenados e as dívidas, e a bolha estoirou. E quando tal aconteceu ficou à vista a fraude oculta pela euforia. Assim começou a crise. Os governos, controlados pelos interesses financeiros em vez de pelo povo, reagiram à crise contraindo mais dívida e exigindo mais austeridade ao povo, de modo a que os interesses financeiros não pagassem pelos seus próprios erros e crimes. Em vez de se culpar os responsáveis, os “nossos” governos fizeram o povo pagar a conta.
Parte considerável da conta é a gigantesca quantidade de dinheiro necessária para manter os bancos à tona de modo a que possam financiar o gigantesco défice do governo. Uma economia, cujo principal motor tenha sido deslocalizado para o estrangeiro, não consegue recuperar sem produção nacional, e isso requer que se repudie a globalização.
Caso a realidade deixe de lado uma atenuação gradual, resta-nos somente a inflação e a falência. A Reserva Federal e o governo dos EUA já colocaram de lado a opção de deixar falir os bancos. Sobra-nos a inflação.
Com a excepção de alguns títulos do Tesouro, os instrumentos financeiros são em valores nominais. Assim sendo, as dívidas podem ser atenuadamente inflacionadas aumentando o valor nominal dos bens reais e o valor nominal dos ordenados. Parece-nos que a opção dos decisores políticos será a de reduzir o poder de compra de modo a que o valor nominal dos bens aumente.
Por exemplo, imaginem uma pessoa com uma hipoteca de 200.000€ cuja casa, caso a conseguisse vender, vale apenas 175.000€. Este bem está abaixo da linha d’água. Contudo, se a inflacionarmos o preço da sua casa até aos 250.000€, esta deixa de ter um balanço negativo de 25.000€ e passa a ter um balanço positivo de 50.000€.
Assim sendo, esta parece ser também a solução escolhida para solucionar o crescente endividamento governamental. Por agora, o dólar beneficia de uma fuga do euro devido à crise da dívida soberana europeia. Como no passado, o mundo financeiro refugia-se no dólar e nas aplicações financeiras do Tesouro dos EUA. A principal diferença entre a dívida da Grécia e a dos EUA, é que a Grécia não está autorizada a prensar mais euros, mas os EUA podem prensar mais dólares. Assim sendo, os detentores da dívida dos EUA podem sempre recuperar o valor nominal dos títulos do Tesouro. Claro está, o valor de compra real desses dólares pode ser muito baixo.
O dólar como refúgio é um fenómeno de curta duração. Uma vez terminado, como irá o Tesouro vender mais títulos que lhe permitam financiar o défice? Mais cedo ou mais tarde a Reserva Federal voltará a monetizar os novos títulos, ou seja, irá imprimir ainda mais dinheiro.
Mais cedo ou mais tarde esse dinheiro acabará por entrar na economia e aumentar os preços ou a monetarização permanente de títulos fará com que o mundo perca a sua confiança no dólar. Uma venda massiva de dólares nos mercados de câmbio de moeda faria baixar o valor do dólar e aumentaria os preços das importações, tais como a energia e a comida. De qualquer modo, resultará em inflação.
Normalmente, a inflação está ligada a uma economia pujante, mas como demasiada da economia americana foi deslocada para o estrangeiro, pouco sobra de pujante, para além dos preços. Como tal, o que nos espera é uma mistura entre uma alta inflação e uma alta taxa de desemprego.
Não consigo prever durante quanto tempo os decisores políticos poderão conter o Armagedão económico recorrendo à criação de moeda, câmbios, intervenções nos mercados da prata e do ouro e mentiras descaradas. O desfecho pode ser súbito e pode ocorrer este ano, mas não devemos subestimar o poder de uma alteração por parte de um público crédulo que confia no “seu” governo. Não há qualquer segurança num Estado policial nem numa moeda depauperada. O mundo confortável a que nos habituámos está a rebentar pelas costuras.
O Diabo
17 de Janeiro, 2012.
© Paul Craig Roberts, ex-editor do Wall Street Journal e Secretário de Estado do Tesouro durante a Administração Reagan.
Tal resultou numa queda real dos rendimentos da maior parte da população. Para manter o ritmo de despesa dos consumidores, na falta de aumentos salariais, aplicaram-se taxas de juros baixas que criaram uma bolha de crédito imobiliário. Aumentou-se os limites dos cartões de crédito. O aumento do endividamento de consumo manteve a economia à tona.
Mas há um limite para o equilíbrio entre os ordenados e as dívidas, e a bolha estoirou. E quando tal aconteceu ficou à vista a fraude oculta pela euforia. Assim começou a crise. Os governos, controlados pelos interesses financeiros em vez de pelo povo, reagiram à crise contraindo mais dívida e exigindo mais austeridade ao povo, de modo a que os interesses financeiros não pagassem pelos seus próprios erros e crimes. Em vez de se culpar os responsáveis, os “nossos” governos fizeram o povo pagar a conta.
Parte considerável da conta é a gigantesca quantidade de dinheiro necessária para manter os bancos à tona de modo a que possam financiar o gigantesco défice do governo. Uma economia, cujo principal motor tenha sido deslocalizado para o estrangeiro, não consegue recuperar sem produção nacional, e isso requer que se repudie a globalização.
Caso a realidade deixe de lado uma atenuação gradual, resta-nos somente a inflação e a falência. A Reserva Federal e o governo dos EUA já colocaram de lado a opção de deixar falir os bancos. Sobra-nos a inflação.
Com a excepção de alguns títulos do Tesouro, os instrumentos financeiros são em valores nominais. Assim sendo, as dívidas podem ser atenuadamente inflacionadas aumentando o valor nominal dos bens reais e o valor nominal dos ordenados. Parece-nos que a opção dos decisores políticos será a de reduzir o poder de compra de modo a que o valor nominal dos bens aumente.
Por exemplo, imaginem uma pessoa com uma hipoteca de 200.000€ cuja casa, caso a conseguisse vender, vale apenas 175.000€. Este bem está abaixo da linha d’água. Contudo, se a inflacionarmos o preço da sua casa até aos 250.000€, esta deixa de ter um balanço negativo de 25.000€ e passa a ter um balanço positivo de 50.000€.
Assim sendo, esta parece ser também a solução escolhida para solucionar o crescente endividamento governamental. Por agora, o dólar beneficia de uma fuga do euro devido à crise da dívida soberana europeia. Como no passado, o mundo financeiro refugia-se no dólar e nas aplicações financeiras do Tesouro dos EUA. A principal diferença entre a dívida da Grécia e a dos EUA, é que a Grécia não está autorizada a prensar mais euros, mas os EUA podem prensar mais dólares. Assim sendo, os detentores da dívida dos EUA podem sempre recuperar o valor nominal dos títulos do Tesouro. Claro está, o valor de compra real desses dólares pode ser muito baixo.
O dólar como refúgio é um fenómeno de curta duração. Uma vez terminado, como irá o Tesouro vender mais títulos que lhe permitam financiar o défice? Mais cedo ou mais tarde a Reserva Federal voltará a monetizar os novos títulos, ou seja, irá imprimir ainda mais dinheiro.
Mais cedo ou mais tarde esse dinheiro acabará por entrar na economia e aumentar os preços ou a monetarização permanente de títulos fará com que o mundo perca a sua confiança no dólar. Uma venda massiva de dólares nos mercados de câmbio de moeda faria baixar o valor do dólar e aumentaria os preços das importações, tais como a energia e a comida. De qualquer modo, resultará em inflação.
Normalmente, a inflação está ligada a uma economia pujante, mas como demasiada da economia americana foi deslocada para o estrangeiro, pouco sobra de pujante, para além dos preços. Como tal, o que nos espera é uma mistura entre uma alta inflação e uma alta taxa de desemprego.
Não consigo prever durante quanto tempo os decisores políticos poderão conter o Armagedão económico recorrendo à criação de moeda, câmbios, intervenções nos mercados da prata e do ouro e mentiras descaradas. O desfecho pode ser súbito e pode ocorrer este ano, mas não devemos subestimar o poder de uma alteração por parte de um público crédulo que confia no “seu” governo. Não há qualquer segurança num Estado policial nem numa moeda depauperada. O mundo confortável a que nos habituámos está a rebentar pelas costuras.
O Diabo
17 de Janeiro, 2012.
© Paul Craig Roberts, ex-editor do Wall Street Journal e Secretário de Estado do Tesouro durante a Administração Reagan.
Etiquetas:
jornal o diabo,
paul craig roberts
Sábado, Janeiro 21, 2012
Terça-feira, Janeiro 10, 2012
Sexta-feira, Janeiro 06, 2012
entrevista a alain de benoist
Uma novidade de hoje: o Max no seu Informação Incorrecta traduziu para o português uma entrevista efectuada a Alain de Benoist por Giacomo Gabellini, efectuada há poucos dias: O filósofo de direita. E de esquerda também. A merecer uma atenta leitura.
Quem queira ler mais Alain de Benoist em língua portuguesa, pode sempre encomendar o 3º número da Finis Mundi ou pré-encomendar o 4º número da revista, uma vez que ambos contam com colaborações do filósofo francês.
Quem queira ler mais Alain de Benoist em língua portuguesa, pode sempre encomendar o 3º número da Finis Mundi ou pré-encomendar o 4º número da revista, uma vez que ambos contam com colaborações do filósofo francês.
Etiquetas:
alain de benoist
Quinta-feira, Janeiro 05, 2012
primeiras novidades do ano
Ainda nem completada a primeira semana de 2012, gostava de chamar a atenção dos meus leitores para algumas novidades:
1 - Francis Fukuyama decidiu relançar este ano o seu blogue pessoal: Democracy, Development and the Rule of Law (que se encontrava parado desde 2009).
2 - Mendo Castro Henriques regressa à blogosfera no O Ouriço, projecto que inclui também Jack Soifer, John Wolf e Artur de Oliveira, entre outros.
3 - Nasceu, em Roma, a revista Geopolitica, fundada por Tiberio Graziani, ex-director da revista Eurásia (agora dirigida pelo não menos capaz Claudio Mutti).
1 - Francis Fukuyama decidiu relançar este ano o seu blogue pessoal: Democracy, Development and the Rule of Law (que se encontrava parado desde 2009).
2 - Mendo Castro Henriques regressa à blogosfera no O Ouriço, projecto que inclui também Jack Soifer, John Wolf e Artur de Oliveira, entre outros.
3 - Nasceu, em Roma, a revista Geopolitica, fundada por Tiberio Graziani, ex-director da revista Eurásia (agora dirigida pelo não menos capaz Claudio Mutti).
Etiquetas:
blogosfera
Terça-feira, Janeiro 03, 2012
as eleições na rússia
A turbulência que tem vindo a assolar os regimes do Norte de África e do Médio Oriente parece agora ter chegado à Rússia: dezenas de milhar de manifestantes contestam os resultados e exigem novas eleições. Contudo, o que mudou? O Rússia Unida, de Vladimir Putin, obteve uma maioria absoluta (mais 26 deputados que os partidos da oposição), mas se tem o azar de ter deputados como os nossos, pode bem arriscar-se a verem chumbadas na Duma algumas das suas políticas (não resisti à alfinetada fácil).Na prática, o que mudou foi o fôlego da oposição: o Partido Comunista da Federação Russa elegeu mais 35 deputados que em 2007 (as mesmas eleições em que alterou o seu programa e estatutos, eliminando parte dos contributos de Aleksandr Dugin, agora próximo de Putin), o Rússia Justa (o PS lá do burgo) elegeu mais 26 deputados e os nacionalistas do Partido Liberal Democrata de Vladimir Zhirinovsky (apodado de “Tiririca da política russa” pelo Movimento Internacional Eurásico de Dugin) elegeram mais 16 deputados. A oposição conseguiu eleger mais vozes, mas mantém-se em minoria na Duma!
Recordemos que no anterior mandato detinha mais 180 deputados que a oposição, daí que a actual maioria de 26 deputados despertou na oposição, tanto na parlamentar como na extra-parlamentar, a esperança de que havendo uma nova eleição o partido de Putin saia minoritário, daí testemunharmos tamanho fervor nas ruas de Moscovo em favor da anulação das eleições.
Pela minha parte, aguardo com curiosidade as presidenciais de 2012, nas quais Putin se baterá com o milionário Mikhail Prokhorov, o divertido Vladimir Zhirinovsky (que tenta há anos uma proximidade à extrema-direita europeia, embora se tenha ficado pela Espanha, levando delegados da Espanha 2000 e da Democracia Nacional aos congressos do seu partido), o comunista patriótico Guennadi Ziuganov, presença habitual na festa do “Avante!” do 'nosso' PCP, Serguei Mironov do Rússia Justa, Iablinsky do Partido Democrata Unido e, a cereja no topo do bolo, Eduard Limonov (na foto), do Partido Nacional-Bolchevique, que em tempos chegou a internacionalizar-se, publicando uma edição virtual do seu jornal, “Limonka” (granada), até em língua portuguesa.
O Diabo
20 de Dezembro, 2011.
Etiquetas:
jornal o diabo
o poder da televisão
Nas últimas semanas resolveram-se três homicídios que tinham entrado para o imaginário urbano português (quatro, se atribuirmos ao mesmo assassino um ocorrido em 2000, em Aveiro): o “estripador de Lisboa” que entraria para a História como um nebuloso e desconhecido psicopata assassino em série, no melhor estilo do londrino “Jack o estripador”, está finalmente sob custódia.O chocante neste caso é a banalidade com que foi detido: não graças a qualquer “CSI” português (é normal, em 1993 a tecnologia forense estava a anos luz da actual), nem a qualquer minuciosa investigação da Polícia Judiciária, o mais famoso ‘serial killer’ nacional foi finalmente encontrado e detido… porque o seu filho queria aparecer num popular ‘reality show’ que se está a tornar conhecido pelo baixo nível intelectual dos actuais concorrentes.
Devemos a prisão do estripador de Lisboa ao desejo do seu filho em aparecer na televisão (e talvez até na cama) com umas tão visualmente atraentes e apelativas, quanto imbecilizadas e plásticas, “marias ninguém”.
Noutro registo, vimos passarem de umas míseras centenas para uns largos milhares os voluntariosos testes para dadores de medula óssea após apelo televisivo de um popular jogador de futebol cuja família se vê a braços com o dilema de um filho com leucemia (esperemos que estes milhares de novos voluntários se sujeitem à operação caso sejam compatíveis com qualquer doente e não apenas com o intuito de serem o dador do filho de uma qualquer estrela de futebol em particular).
Creio que terão sido daqueles raríssimos casos, provavelmente o primeiro, em que a cultura da imbecilização de massas que tanto critico (os ‘reality shows’ e o futebol) terão servido para algo positivo e para o bem da comunidade nacional. Já pensaram se fosse sempre assim? Se os nosso programas e estrelas pregassem contra a corrupção? Contra a inveja? Contra a usura? Contra o egoísmo? Esse poder existe, testemunhamo-lo quase ao vivo nestas últimas três semanas, resta haver “homens de boa vontade”, e a época não podia ser melhor!
O Diabo
13 de Dezembro, 2011
Etiquetas:
jornal o diabo






